O espetáculo lançado pelas Sadomusicistas está de volta!

Muita Mulher Para Pouco Musical reúne números de musicais contemporâneos da Broadway e Off Broadway, versados para o português, em sua grande maioria, pelas próprias atrizes. Através do estilo Cabaré, as atrizes, embaladas pelo som do pianista (Eduardo Henrique), revisitam estas canções dando-lhes um novo contexto. Compositores recém estreantes do teatro musical americano, como Andrew Lippa são homenageados. Os musicais “Avenue Q” e “The Wild Party”, dentre outros, também estão presentes no repertório. Saindo dos clássicos da Broadway, o espetáculo apresenta autores novos e pouco conhecidos além das fronteiras norte-americanas, e mostra como cada canção contém uma pequena história por si só. Ao mesmo tempo em que MUITA MULHER PRA POUCO MUSICAL valoriza o gênero, por sua tradição e eternidade, faz comédia com o estilo em uma brincadeira com os clichês dos grandes musicais.

O clichê dos grandes musicais está no foco do espetáculo e para isso, a cada apresentação as atrizes recebem um convidado especial que fará uma “audição”, em que será analisado toda a sua capacidade de canto, dança e interpretação, onde logicamente a banca avaliadora são as próprias atrizes. Os convidados das Sadomusicistas são sempre atores/cantores dos grandes musicais já conhecidos de longa data do público brasileiros. Já passaram pelo espetáculo: Gottsha (“Beatles num céu de diamante”, “Sete”), Kakau Gomes (“O médico e o monstro”, “Cole Porter — Ele nunca disse que me amava”, “South American Way”), Mirna Rubim (“A noviça rebelde”, “A gaiola das loucas”); Carlos Leça (“West Side Story”, “4 carreirinhas”, “Cauby, Cauby”), Felipe de Carolis (“O Despertar da Primavera”), Julia Bernat (“O Despertar da Primavera”), Renata Ferreira (“High School Musical”), entre outros.
A ideia surgiu do desejo comum às 5 atrizes de participar de teatro musical no Brasil. O espetáculo conta a história de 5 atrizes que, cansadas de esperar por novos testes para produções de grandes musicais, resolveram unir forças (e os talentos individuais) concebendo um espetáculo estritamente autoral, onde, com muito humor e ironia, representam no palco a realidade dos atores brasileiros que passam pela pressão das grandes audições, pelas angústias vividas nos testes, pelas competições.

Muita Mulher Para Pouco Musical reestreia a nova temporada, com novas músicas e nova coreografia no Teatro Candido Mendes (Rua Joana Angélica, 63- Térreo) em Ipanema de 4 de agosto a 6 de outubro, somente às quintas-feiras às 21h.
FICHA TÉCNICA
Direção Artística: Claudia Ricart
Direção Musical: Dani Calasans
Idealização: Aurora Dias e Menelick de Carvalho
Roteiro: Ana Luisa Leite
Finalização: Cláudia Ricart
Colaboração: As Sadomusicistas
Coreografia: Édio Nunes
Elenco: Aline Carrocino, Ana Luisa Leite, Aurora Dias, Marcela Dias, Tatiana Sobral
Pianista: Guilherme Borges
Convidado especial: Rafael de Castro
Realização: As Sadomusicistas
Quer ganhar um par de ingressos na faixa para assistir a peça RELAÇÕES PERIGOSAS? É só comentar esse post e aguardar. O resultado do sorteio sai no dia 28 de Março, aqui no Dizplay. Então não perca essa chance! Sortearemos 3 pares de ingressos. (Um par para cada sessão da peça).
Lembrando que esta estreia irá acontecer no Festival de Curitiba.
O coletivo “Meyd Inn Rio” fará a estréia nacional do espetáculo “Relações Perigosas” no Fringe do Festival de Curitiba. Baseado no romance epistolar de Choderlos de Laclos, a adaptação de Claudio Althiery dirigida por Rubens Lima Jr. desloca a história da corte francesa para o Rio de Janeiro dos dias de hoje. Na versão brasileira, os herdeiros de uma poderosa emissora de televisão, Fabrício Valmont (Leandro Caris) e Bárbara (Michelly Barros), sua meia irmã, envolvem todos os personagens num plano de interesses pessoais, movidos pelo sentimento de vingança. Com ajuda de Margaride (Rany Carneiro) planejam destruir o relacionamento entre a jovem Cecília (Larissa Landim) e João (Hector Gomes), chantageiam Gustavo (Thadeu Matos), um galã de novela enrustido que tem um caso com Felipe (Claudio Althiery). Um jogo sem regras, limites ou escrúpulos, onde o que importa é vencer. Tudo muda quando Valmont se apaixona por Michelle (Aline Rodrigues), mas já é tarde demais para voltar atrás.
Relações Perigosas
De: Claudio Althiery
Direção: Rubens Lima Jr.
Com: Aline Rodrigues, Claudio Althiery, Hector Gomes, Larissa Landim, Leandro Caris, Michelly Barros, Rany Carneiro e Thadeu Matos.
Teatro Mini Guaíra – Aud. Glauco Flores Sá de Britto
R. Amintas de Barros, s/n, Centro – Curitiba – PR
Telefone: (41) 3304-7982
R$ 30,00
30 de Março às 19:00
31 de Março às 12:00 e às 19:00
Visite também a página do grupo: Meyd Inn Rio
Obs:
O Ingresso da promoção é válido para a sessão que o ganhador foi premiado.
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Eis então o dia que eu mais esperei durante os últimos 365 dias: HAIR estreou no Brasil.
A remontagem assinada por Charles Möeller e Cláudio Botelho estreou dia 5 de novembro, no Rio de Janeiro, no teatro Oi Casagrande.
Minha história com esse musical é de admiração e envolvimento com a causa abraçada por essa obra.

Hair é passado em 1968 em Nova Iorque, na época da Guerra do Vietnã. Seus personagens são uma tribo de hippies que vivem suas vidas nas ruas, pedem dinheiro, usam drogas, e são contra a violência e as guerras. Tudo que eles querem é que a paz e o amor guiem o planeta para que o homem não cometa mais atos que depredem sua geração e as futuras.
A tribo é liderada pelo personagem mais foda de todos os tempos no mundo inteiro George Berger, seguido por Jeanie, Woof, Sheila, Claude, Hud, Dione e os demais membros.

O BERGER: Berger é a mente da tribo. Se tem uma palavra que o descreve é a liberdade. Ele tem as ideias, tem os ideais, tem suas filosofias e seus seguidores as abraçam e fazem com que todas sejam realizadas. Toda forma com a qual se colocam no cenário é comandada por Berger. Ele é como um cacique de uma tribo indígena. O NOVO BERGER: Eu sou uma fã do Berger, adoro o personagem desde meu primeiro contato com Hair. Quando vi o nosso Hair ao vivo e a cores, apenas me apaixonei por mais uma interpretação digna do Berger brilhantemente realizada por Igor Rickli.
A JEANIE: Jeanie é a libertina, digamos assim. Ela é uma pessoa que a pesar de toda sua loucura causada pelas drogas, de estar grávida e não fazer ideia de quem seja o pai, até mesmo de sua paixão por Claude, é uma ótima amiga e companheira de todos da tribo. A NOVA JEANIE: A personagem mais divertida de todo o musical, Jeanie arranca risadas de toda a plateia em todas as suas falas. Até mesmo no solo de Jeanie, ela é comédia pura. Só tenho um comentário sobre ela: Letícia Colin, você nasceu pra ser a Jeanie.
A SHEILA: Sheila é a típica menina que larga tudo por seus ideais. Vive com a tribo, encabeça lutas pela liberdade e pela paz, enfrenta o sistema e é apaixonada por Berger que só quer saber de sua liberdade e não quer compromisso com ninguém, enquanto Claude é louco por ela. A NOVA SHEILA: Eu acho a Carol Puntel uma profissional excelente, uma cantora ótima e dona de uma voz incrível, mas infelizmente ela não tem a voz pra Sheila. Seus vibratos em seus solos como Easy To Be Hard e Good Morning Starshine incomodam muito, além da voz dela não alcançar notas que são as mais marcantes das músicas. Fica claro aqui que admiro muito a Carol Puntel, só não acho que ela tenha se encaixado na Sheila como cantora.
O CLAUDE: Claude é o ponto central da peça. Ele é o menino que queria ter nascido em Manchester, que tem vergonha se ser suburbano do Queens, que tem pais preservadores como todos os pais daquela época, luta pela liberdade e pela paz, mas é pressionado o tempo todo para se tornar alguém na vida trabalhando e se dedicando a encontrar alguma carreira, e parar de andar com a tribo que, aos olhos dos pais, não lhe dará futuro algum. Claude resolve virar alguém na vida quando é convocado para a Guerra do Vietnã. Em busca de uma solução, Berger convoca uma ação com sua tribo para que todos os homens queimem suas cartas de convocação e documentos. O único que não o faz é o Claude, pois ele vê alí uma chance de se tornar alguém. O NOVO CLAUDE: Ele é o que deveria ser. Simples, tímido, perdido, e ao mesmo tempo com uma vontade de ser alguém na vida e determinado a fazer isso através de sua participação na guerra do Vietnã. O Claude é um dos personagens mais difíceis, na minha opinião. Ele tem que ser um pouco de tudo ao mesmo tempo, e passar com verdade ao vivo, na frente de todos. É um Claude que faz rir, que emociona e que faz o público vibrar. Uma salva de palmas para Hugo Bonemer.
O WOOF: O Woof é filho da lua, nutre uma paixão platônica pelo Mick Jagger o que não o torna um homossexual, já que não gosta de rótulos. Ele é um personagem indefinido. Esconde nas suas “orações” os seus desejos. O NOVO WOOF: Só pela descrição do personagem, dá pra imaginar como o Woof arranca gargalhadas do público, né? Marcel Octavio arrasa MUITO como o Woof.
O HUD: É o principal negro da tribo. Ele usa o preconceito contra os negros como o principal ponto de sua atuação. Em Colored Spade, Hud fala todos os apelidos que as pessoas dão aos negros e fala da forma com a qual as pessoas os veem nas ruas. Usa a ironia para destacar o preconceito e mostrar que a luta dos hippies também é contra o preconceito, já que na tribo têm vários negros. O NOVO HUD: Sem palavras. Ele é brilhante, irônico, engraçado. Reynaldo Machado é o Hud sem dúvidas.
Tribo: acompanha os protagonistas da história com o coro, e alguns solos. Alguns têm destaque em músicas como White Boys e Black Boys. Dois nomes que merecem destaque nessa tribo: Danilo Timm e Bruna Guerin.
A MARGARET: Danilo interpreta, além de um dos membros da tribo, Margaret Mead. Ela é uma turista que está passando pelo local onde a tribo está e fica curiosa em saber porquê os homens usam cabelos tão grandes. Depois que eles contam o significado através da canção Hair, ela diz que todos os pais deveriam dizer aos seus filhos que sejam livres e façam o que quiserem, desde que não prejudiquem ninguém e canta seu solo. Ao fim, Margaret revela que é um travesti. A NOVA MARGARET: Que o Danilo Timm é brilhante eu já sabia, mas depois de vê-lo como Margaret Mead eu simplesmente perdi as palavras para elogiá-lo. É tudo tão natural que você sente como se tudo aquilo fizesse parte da realidade deles mesmo. Não é a toa que ele recebeu aplauso em cena aberta em todas as apresentações que vi até agora.
A MÃE DO CLAUDE: Uma mulher conservadora, que não suporta ouvir falar em drogas, bebidas, e é contra seu filho andar com pessoas que usam tudo isso, temendo pelo futuro dele. Apesar de ser uma mulher conservadora, ela só quer o melhor para Claude. A NOVA MÃE DO CLAUDE: Bruna Guerin passa através de sua atuação impecável um misto de preocupação com humor, desde as falas até as expressões. Ela é ótima, e canta muito! Pulo certo com a escolha.
Em parâmetro geral, HAIR é uma das melhores coisas que já vi na minha vida. Um Aquário de emocionar qualquer coração de pedra, comandado pela brilhante Karin Hills que merece parabéns e destaque pela voz mais marcante e bela que ouvi. Parabéns a todos os envolvidos e muito sucesso.
HAIR
o musical que mudou o mundo
Oi Casa Grande
Avenida Afrânio de Mello Franco, 290, Leblon
De quinta e sexta, às 21h.
Sábados 21:30h.
Domingos, às 19h.
Realização: Aventura Entretenimento.
Resultado da promoção de O Teatro da Grande Marionete.


Parabéns, Victor Schlude!
Te mandaremos um e-mail para pegar os dados preciso para retirar o prêmio!
Obrigada a todos que participaram! Boa sorte nas próximas promoções!
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Lembram do post sobre a peça O Teatro da Grande Marionete que fizemos aqui? A estreia está se aproximando e o Dizplay em parceria com a Summer+i e Companhia Artesanal levará um leitor mais um acompanhante para assistir à peça em sua estreia!

O que fazer para concorrer? Comente neste post respondendo “Qual o nome do príncipe vampiro de O Teatro da Grande Marionete?”. Faremos um sorteio de acordo com o número do comentário e o sorteado leva! É importante que, além da resposta, tenha o nome completo e o e-mail do participante (pode colocar no campo “email” ao comentar, que somente nós veremos).
Abaixo, o post que ajudará vocês a descobrirem a resposta da nossa pergunta!
Boa sorte a todos!
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Com um currículo que inclui onze produções, a maioria adaptações de clássicos da literatura para os palcos – a exemplo do “Cyrano de Berinjela” e “Viagem ao centro da terra” -, a Companhia Artesanal estréia neste 02 de outubro, O Teatro da Grande Marionete.
Ambientado no final do século XIX, O Teatro da Grande Marionete traz como principais referências o clássico “Nosferatu (de F.W.Murnau) e o Teatro do Grand Guignol, misto de horror e variedade, cujo protagonista era um assustador boneco. Ao reproduzir a atmosfera do expressionismo alemão, a peça também faz referência aos primórdios do cinema e ao clima de tensão na Europa no início de sua industrialização, quando a arte começou a se transformar em produto de consumo para a classe trabalhadora.

Nesta montagem, definida pelo diretor Gustavo Bicalho como um drama fantástico, a Companhia Artesanal mantém-se no caminho de pesquisa formal, cujo último resultado pode ser visto em “A Lenda do príncipe que tinha rosto”, e que agora cumpre turnê por várias cidades do Rio de Janeiro e participações em festivais nacionais.
Desta vez, a encenação de Bicalho propõe um jogo de luzes e sombras inspirado na estética de filmes como “O gabinete do Dr. Caligari”, de Robert Wiene, e na aplicação de efeitos cênico-sonoros que resulte num hiper-realismo próximo daquele proposto pelo Grand Guignol, criando uma releitura contemporânea daquela época.
Neste O Teatro da Grande Marionete, o jovem Louis rememora o seu encontro com o vampiro Ulpir, o amor de ambos por uma jovem chamada Aurora e o desfecho trágico causado pelo desejo que esses dois personagens nutrem pela moça e pela imortalidade. Uma relação que surtirá efeitos mais ou menos trágicos em todos que se aproximem desse triângulo.
Elenco: André Millions, André Pimentel, Diogo Fujimura, Marcos Guilhon, Marise Nogueira, Oscar Fabião e Virgínia Martins. Texto e direção: Gustavo Bicalho Realização: Cia. de Teatro Artesanal Local: Teatro Municipal do Jockey Temporada: 02/10 a 21/11 Horário: 21 h (sexta e sábado) e 20 h (Domingo) Ingresso: R$20
Entre as duas possibilidades, qual você escolheria?

Investigando a origem do mito dos vampiros, “O Teatro da Grande Marionete” nos confronta com perguntas que nos fazemos no nosso dia a dia. Qual a razão de estarmos aqui? Existe algo que sobrevive à morte? Valeria a pena trocar a promessa de um paraíso pós-morte pela sobrevivência em um mundo eternamente em mutação, enfrentando a extinção da humanidade e a sobrevivência em um planeta sem nenhuma outra forma de vida?
Situado no século XIX, o espetáculo acompanha uma trupe de artistas do Grand Guignol – o “Teatro do Horror e Suspense”, que fez grande sucesso na França até meados do século XX. O surgimento do cinema e as correntes do pensamento da época, fazem com que as personagens se encontrem em um período histórico conturbado, onde o futuro passa a ter um novo significado.
O espetáculo é inspirado no “Expressionismo Alemão”, principalmente em Nosferatu de F.W.Murnau e nas peças apresentadas no Grand Guignol Francês.
A peça estreia em outubro, no Teatro Municipal do Jockey.
Classificação etária: 16 anos.
Ficha técnica: